Vale a pena comprar SEMI JOIAS?

Certamente o que queremos é nos enfeitar.

Efetivamente, a semijoia permite que o uso de vários acessórios juntos fique lindos.

Primeiramente desejamos o que reluz, porque brilha, cintila e resplandece, nos ligando e lembrando as estrelas inalcançáveis.

Decerto o ouro18k é o maior desejo popular, o metal primordial do subjetivo super valor no íntimo da humanidade, só comparado aos brilhantes.

Então, com a finalidade de suprimir esse desejo popular, inventamos similarmente a joia, a semijoia.

O que é a SEMI JOIA?

Exatamente o que diz a palavra na língua portuguesa.

Se produz a semijoia 18k do mesmo modo que a joia 18k.  Todo processo de ourivesaria, cravação de pedras preciosas e semi preciosas e o polimento final obedecem aos mesmos critérios.

Entretanto, no caso da alta performance de uma semijoia, como na Márcia Mór Joias, o ouro é aplicado após várias camadas anteriores de outros metais nobres.

Essa importante sequência, se respeitada na sua integra, é o que iguala a semijoia18k a joia18k. Sequência essa, a propósito, que envolve o trabalho manual para sua excelência.

Conforme a regra da alta joalheria para semijoia, a primeira camada é a de desengraxante, que elimina resíduos e manchas.

 Na sequência, a segunda camada é a do cobre alcalino que elimina porosidades e qualquer arranhado.

 Para a terceira camada usamos o cobre ácido.

Na quarta camada o caríssimo paládio, metal ainda mais caro que o ouro puro.

Na quinta camada um pré-ouro que faz reluzir e proteger contra alergias.

A sexta camada inicia - se a folheação com ouro 999, significa ouro 24k, incrível não é? E no caso da qualidade Márcia Mór Joias, esse procedimento se repete por 10 vezes consecutivas.

Por isso a semijoia da Márcia Mór Joias é TOP10 18k.

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MOTIVOS PARA USARMOS A SEMIJOIAS SEM PERDER A MAJESTADE

Então existem 10 tops motivos para usarmos a semijoia.

Ela nos trará a mesma sensação de encantamento e decerto nos será mais democrática na precificação.

Já não é de hoje que os coroamentos de reis e rainhas usam a réplicas das joias.

Nada mais nada menos que belíssimas e perfeitas semijoias.

Para divulgação daquelas maravilhas de valor histórico e que são reservas financeiras do tesouro de um país, é por isso essas joias já não pertencem as famílias reais e sim ao tesouro do Estado, por exemplo, na Inglaterra.

Mesmo as espetaculares peças que vemos em museus, por exemplo, no Palácio Topkapi, em Istambul, onde se encontram tesouros incalculáveis e o super diamante de 88 quilates.

Igualmente como na Abadia de Westminster ou no Royal Collection da Torre de Londres, o diamante Culliman II ou Pequena Estrela da África de 314,4 quilates, cravado na Coroa Imperial.

Em ambos os museus, o que vemos na visitação são SEMIJOIAS.

Desta maneira continuamos indo fazer filas para apreciarmos esses tesouros fantásticos. Nossa expressão extasiada e os arrepios que temos são genuínos.

Mesmo sendo semijoias, são caríssimos trabalhos de ourivesaria, feitos a mão.

Não me surpreende que tenhamos adotado a semijoias no nosso cardápio de belezas.

Democratizamos a beleza do acessório, através da semijoia, sem perder a majestade.

Diamante Culliman II ou Pequena Estrela da África de 314,40 quilates, cravado na primeira circunferência da Coroa Imperial Inglesa.

coroa imperial inglesa

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